8º Dia (14/09 - dom) – Curtindo Cuzco
Finalmente acordamos tranqüilos sem horário para nada. Desayuno e rua. Ainda estávamos doloridos nas pernas. O Luiz resolveu comprar na farmácia um relaxante muscular para ele, eu preferi ficar com minhas dores, rsrsrsr.
Destino comprar as passagens para Puno.
No caminho aproveitamos para visitar o Museu Arqueológico Qorikancha, mais uma das atrações do boleto turístico. Quando chegamos lá vimos que estava havendo na rua um desfile militar e quando estávamos saindo estava passando uma procissão religiosa.
Quanto ao museu, é um local onde se exibem fragmentos de cerâmica do período Inka, assim como amostra de metalurgia, tecidos, pinturas, esculturas e instrumentos musicais. Há também replicas pré-inkas e objetos encontrados nas escavações realizadas neste lugar.
Seguimos a caminho do terminal rodoviário (ou, como é chamado lá: terminal terrestre). Pense num negócio longe! Mas fomos a pé mesmo. No caminho tem o Monumento a Pachakuteq, mais uma atração do boleto turístico, lógico que fomos visitar.
É uma edificação lítica, construída em 1991. Tem nove níveis e uma altura de 22,40m. Serve de base a escultura de bronze do Inka Pachakuteq de 33,90m. A estrutura principal é feita de concreto armado e o acabamento é de pedra. Em sua construção se empregou 1402 pedras poligonais e se empregaram 20 pedreiros por 14 meses. De lá de cima se tem uma vista espetacular da cidade.
Finalmente chegamos à rodoviária e ficamos admirados com o que vimos.
Primeiro porque existe uma infinidade de lojas de companhias rodoviárias cada uma querendo atrair passageiros, então fica em cada loja uma pessoa gritando as ofertas de cidades que a companhia abrange e o horário que o ônibus vai sair, pense na gritaria!
Destino comprar as passagens para Puno.
No caminho aproveitamos para visitar o Museu Arqueológico Qorikancha, mais uma das atrações do boleto turístico. Quando chegamos lá vimos que estava havendo na rua um desfile militar e quando estávamos saindo estava passando uma procissão religiosa.Quanto ao museu, é um local onde se exibem fragmentos de cerâmica do período Inka, assim como amostra de metalurgia, tecidos, pinturas, esculturas e instrumentos musicais. Há também replicas pré-inkas e objetos encontrados nas escavações realizadas neste lugar.
Seguimos a caminho do terminal rodoviário (ou, como é chamado lá: terminal terrestre). Pense num negócio longe! Mas fomos a pé mesmo. No caminho tem o Monumento a Pachakuteq, mais uma atração do boleto turístico, lógico que fomos visitar.É uma edificação lítica, construída em 1991. Tem nove níveis e uma altura de 22,40m. Serve de base a escultura de bronze do Inka Pachakuteq de 33,90m. A estrutura principal é feita de concreto armado e o acabamento é de pedra. Em sua construção se empregou 1402 pedras poligonais e se empregaram 20 pedreiros por 14 meses. De lá de cima se tem uma vista espetacular da cidade.
Finalmente chegamos à rodoviária e ficamos admirados com o que vimos.Primeiro porque existe uma infinidade de lojas de companhias rodoviárias cada uma querendo atrair passageiros, então fica em cada loja uma pessoa gritando as ofertas de cidades que a companhia abrange e o horário que o ônibus vai sair, pense na gritaria!
Ao lado foto da festa da Padroeira dos Rodoviários.
Segundo porque vimos que eram tantas opções de empresas e horários de ônibus para Puno que ficou até difícil escolher.
Terceiro porque justo naquele dia era o dia da santa padroeira dos rodoviários e estava havendo uma enorme festa dentro da rodoviária. Era um barulho só canto, fogos, missa, pense!
Fomos resolver a compra da passagem e depois de ver preços em diversas empresas decidimos pela Ormenõ, pq além de já ter tidos boas informações dessa empresa e o preço dela estar compatível com as demais que consultamos, o rapaz do guichê foi muito atencioso, mostrou uma maquete do ônibus que iríamos (escolhemos um de dois andares, tipo bus-cama e compramos as duas primeiras cadeiras) Ou seja, nossa posição no ônibus era totalmente estratégica para uma boa visão da viagem. A propaganda foi enorme e saímos de lá com passagens compradas e número de poltrona definido na passagem.
Cusco – Puno S/.35,00 p/pessoa.
Segundo porque vimos que eram tantas opções de empresas e horários de ônibus para Puno que ficou até difícil escolher.
Terceiro porque justo naquele dia era o dia da santa padroeira dos rodoviários e estava havendo uma enorme festa dentro da rodoviária. Era um barulho só canto, fogos, missa, pense!
Fomos resolver a compra da passagem e depois de ver preços em diversas empresas decidimos pela Ormenõ, pq além de já ter tidos boas informações dessa empresa e o preço dela estar compatível com as demais que consultamos, o rapaz do guichê foi muito atencioso, mostrou uma maquete do ônibus que iríamos (escolhemos um de dois andares, tipo bus-cama e compramos as duas primeiras cadeiras) Ou seja, nossa posição no ônibus era totalmente estratégica para uma boa visão da viagem. A propaganda foi enorme e saímos de lá com passagens compradas e número de poltrona definido na passagem.Cusco – Puno S/.35,00 p/pessoa.
Acima, foto dos religiosos benzendo o guiche da companhia rodoviária.
Resolvido isso, fomos curtir a festa q estava tendo na rodoviária.
Resolvido isso, fomos curtir a festa q estava tendo na rodoviária. Estava um barato, havia várias pessoas fantasiadas de diversos estilos, tinha até umas moças que estavam de minivestido, mais pareciam que iam desfilar o carnaval na mangueira, tinha gente de mascará, tinha gente vestido de urso, uma coisa muito interessante e Tb tinha uma banda tocando musicas e um andor.
Eles passaram por vários guichês de empresas de ônibus benzendo e no fim fora da rodoviária teve uma apresentação de dança que foi maravilhoso, bem típico.
Finalizado, pegamos um moto-taxi e voltamos para Plaza de Armas. Chegamos e havia várias pessoas na praça, pois acabara de ter uma procissão com desfile e tudo, infelizmente essa nós perdemos, fazer o que...
Fomos almoçar em um dos restaurantes da Plaza de Armas (restaurante El Meson), onde comemos Lomo Saltado (carne de vaca trinchada, grelhada com batata a sautée – S/.33,00 e chuleta a res (bisteca assada) vem com arroz (finalmente arros, viva!), batata (é claro, rsrsrsr) e salada – S/.23,00. tudo estava uma delícia.
Fomos então andar pelos locais que não tínhamos visitado Plaza San Francisco e Igreja. Arco e em seguida, fomos ao mercado central.
Finalizado, pegamos um moto-taxi e voltamos para Plaza de Armas. Chegamos e havia várias pessoas na praça, pois acabara de ter uma procissão com desfile e tudo, infelizmente essa nós perdemos, fazer o que...
Fomos almoçar em um dos restaurantes da Plaza de Armas (restaurante El Meson), onde comemos Lomo Saltado (carne de vaca trinchada, grelhada com batata a sautée – S/.33,00 e chuleta a res (bisteca assada) vem com arroz (finalmente arros, viva!), batata (é claro, rsrsrsr) e salada – S/.23,00. tudo estava uma delícia.Fomos então andar pelos locais que não tínhamos visitado Plaza San Francisco e Igreja. Arco e em seguida, fomos ao mercado central.
Ao lado mais fotos da Plaza de Armas de Cusco.
O mercado foi muito bom, porque vimos muitas frutas regionais, as comidas típicas, descobrimos que chancho é carne de porco, kkkkkk. Vimos a batata desidratada para vender, bem como uma infinidade de pães redondos sendo vendidos ao relente.
Ao lado a batata desidratada (branca parecendo pedra) ela é desidratada dura o ano todo e para utilizar é só colocá-la em água quente e cozinhá-lá.
Depois fomos a uma das lojas de artesanato que tem na Calle Del Sol e compramos duas blusas de frio de alpaca.
Fomos então para uma das casas que tem internet para baixar as fotos da máquina para o pen-drive, em seguida fomos arrumar as malas.
Jantar comemos um capelleti a bolonhesa S/.16,50 e um sanduíche de ovos S/.6,00 no restaurant La Tratoria.
Fomos então para uma das casas que tem internet para baixar as fotos da máquina para o pen-drive, em seguida fomos arrumar as malas.
Jantar comemos um capelleti a bolonhesa S/.16,50 e um sanduíche de ovos S/.6,00 no restaurant La Tratoria.

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