Quem sou eu

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Fortaleza, Ceará, Brazil
Nascida em Campinas SP e criada em Fortaleza CE. Amo viajar, meu principal hobby. Conhecer lugares e cultura é a melhor forma de crescermos espiritualmente. Sou casada com uma pessoa maravilhosa chamada Luiz Rodrigues, que curte comigo todas as viagens. Um trecho de livro que resume meu pensamento sobre vida e viagem: “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver". ("Mar sem fim"- Amyr Klink) AVISO: As postagens estão em ordem inversa, ou seja, do fim da viagem para o começo. Desta forma, observem a data informada e leiam do fim para o começo.

sábado, 25 de julho de 2015

4º Dia (21/07 - ter) Marabá (PA) Altamira (PA)

Ops,  na pastagem de ontem ficou faltando a foto do encontro com os amigos Soraya, Alexandre e Lara. Segue, sem a Lara que estava se divertindo no parque.

No relato de ontem esqueci de relacionar as cidades pelas quais passamos, que foram: Luzinopolis, Trasnsaraguaia e São Domingos do Araguaia.

A noite de descanso no hotel foi maravilhosa. Acordei cedo para passear com o Pingo, mas ele gostou tanto da dormida que não quis levantar cedo, se escondeu debaixo de uma mesa. Então resolvi deixar ele aproveitar e dormir mais um pouco. Fui tomar banho, depois acordei o Luiz e fomos tomar café da manhã, enquanto Pingo dormia mais um pouco. 

Quando chegamos ele já estava todo alegre, saltitante, com o jacaré lelé na boca e pedindo para ir fazer suas necessidades lá fora. Ah, para conhecimento, Pingo antes de dormir lava, com sabonete Pet e escovinha, as quatro patinhas para não sujar nadinha no hotel.

Olha aí nosso hotel em Marabá.


E a folga do Pingo na sua caminha, aproveitando a mordomia.

Vamos ao relato do dia de hoje ♡♡

8h00min saímos do hotel Itacaiuna, o qual super recomendamos. Nosso próximo destino, Altamira, cidade que nossos amigos indicaram para dormirmos, pois tem boa estrutura hoteleira. Abastecemos e seguimos viagem. Após rodarmos 60km, o asfalto acabou. A partir daí começou, de fato, o trecho que o Luiz tanto desejava dirigir.

Vejam como Pingo gosta de viajar 

Nossa estrada a partir desse ponto






Estamos em período sem chuvas, por um lado é bom porque não atola os carros, mas, por outro lado, o tráfego de veículos na via seca ocasiona a elevação de uma finíssima poeira, toda vez que um carro em sentido oposto passa, ou no mesmo sentido ultrapassa, deixando a estrada coberta com uma névoa de poeira. Tal fato diminui a visibilidade na estrada, a ponto de apenas se conseguir ver a poucos metros de distância. Em virtude disso, é necessário diminuir, consideravelmente, a velocidade e dirigir com muita cautela. A sensação de passar por dentro de uma nuvem de pó é algo desconfortável e perigoso. Mesmo assim, as pessoas da região, que já estão acostumadas com esse fato, dirigem em alta velocidade.

Na foto não é possível perceber muito a falta de visibilidade, talvez porque a maquina melhore a imagem ou algo parecido.

Na paisagem, além da poeira, vimos milhões de pés de açai. Hum! Fiquei só pensando na quantidade de suco perdido, pois toda vegetação fica coberta de pó trazido pela nuvem de poeira. No caminho encontramos muitas carretas, caminhões, carros, dentre estes havia gol e uno, sem contar as pick-up  (Toyota, mitisubish, chevrolet e, perdidamente, uma ranger). Ah, não posso deixar de mencionar os diversos pau de arara (carro F350 ou D20, que transportam pessoas na carroceria) que encontramos no percurso. Se nós estávamos achando ruim a poeira, logo nos sentimos no paraíso, só em imaginar como estariam aquelas pessoas comendo poeira e sendo jogadas de um lado para o outro naquela estrada de chão esburacada, enquanto nós estávamos em carro fechado e com ar condicionado. Contudo, apesar da adversidade em que se encontravam, observamos que sempre sorriam quando passávamos e foi possível perceber que para eles aquela situação era mais que normal e estavam felizes por terem aquele meio de transporte.





Um dos carros que encontramos foi um troller, que depois de várias tentativas de ultrapassar nosso carro, o Luiz resolveu deixá-lo passar, pois estávamos próximos a uma comunidade e ele sabia q tinha quebra molas, onde reduziria a velocidade. Então aproveitamos para tirar foto da placa e ver qual a cidadea de procedência. No caso, identificamos que era de Natal.


A estrada estava em obras, portanto tivemos que parar diversas vezes nos pontos 'siga e pare' e esperar por vários minutos a vez de passarmos, fato que colaborava para demorar mais a realização do percurso.




Enquanto o Luiz dirigia, eu nada mais fazia além de curtir a paisagem, pois a trepidação do carro e a ausência de sinal de Internet impossibilitava qualquer tipo de leitura. Então,  resolvi contar as pontes pelas quais passávamos.  Nesse dia passamos por 32 pontes, das quais apenas uma de concreto e todas as outras de madeira. Este também foi um fator de redução da velocidade, pois a largura da ponte só permite a passagem de um carro e sempre tem um desnível para entrar e sair da ponte.

Olha nossa direção,  cidade de Novo Repartimento.

Um dos nossos pipi stop foi num bar/restaurante de beira de estrada. Mas vejam o que encontramos além do restaurante.



Paramos para almoçar na cidade de Pacajás,  às 14h, na churrascaria Tambury, ao lado do posto da BR. Acertamos na escolha, o local é cuidadosamente organizado, a comida excelente e o dono, o Sr. Clodoaldo, uma simpatia. O único detalhe foi ele não ter permitido a entrada do Pingo, que ficou esperando no carro enquanto almoçávamos. Enfim, nem tudo é perfeito....

 Olha aí o Luis com o Sr. Clodoaldo.
Vejam que elegância a estrutura do restaurante. 

Às 16h45min chegamos no cruzamento com o rio Xingui,  onde é necessário atravessar de balsa para Altamira, cidade onde dormiríamos. Assim que chegamos vimos que havia uma balsa descarregando carros, então encostamos logo o carro para não perder a vez da travessia. Contudo, quando terminou de descarregar e íamos subir, o rapaz da balsa fez sinal que não podíamos entrar e que aguardassemos a outra balsa. Mas, logo em seguida, dois caminhões tanques subiram na balsa e ela partir apenas com eles. Ficamos sem entender, pois a balsa era grande e cabiam muitos carros e caminhões nela. Só nos restava aguardar, pacientemente, a outra balsa. Aproveitamos o tempo para tirar fotos.
 Mamãe dando água para mim, enquanto papai dirige. O serviço de bordo é excelente.

 A bilheteria da balsa que passamos por ela sem ver e quando fomos entrar na balsa estávamos sem o bilhete comprado e eu tive que voltar correndo para pagar a passagem.
 Balsa chegou e está descarregando os carros.

 Carregando os caminhões tanques de combustível. 
 Aguardando a outra balsa chegar e fotografando...

Quando a outra balsa chegou atravessamos, chegando do outro lado as 17h34min. adentrando a cidade.   


Luiz entrando na balsa e eu fotografando e correndo para não perder a balsa, rsrsrrs

 Nossas fotos da travessia.

 Pingo adora atravessar de balsa, fica sempre olhando para água e acho que se soltar ele pula para tomar banho.
E lá está Miritituba.


Conhecemos um rapaz carioca, que foi gentil em tirar fotos nossa, contou que tem uma firma de geoprocesssamento (levantamento topográfico) e veio a trabalho e também explicou que os caminhões tanques levavam combustível, motivo pelo qual, por questão de segurança, a balsa não pode transportar nenhum outro carro além deles e eles têm prioridade na travessia.

Encontramos e conhecemos, também enquanto esperávamos a balsa, os ocupantes do troller que tiramos fotos, era  três e estavam indo para Altamira para pescar.

Seguimos viagem, pois ainda faltavam 60km para chegar em Altamira. No caminho passamos pela barragem de Belo Monte, pensem na vontade de ir de carro até lá para conhecer, mas não podíamos desviar da nossa  meta, qualquer deslize poderia significar ter que dormir no carro pelo fato do sono chegar antes da cidade que teria hospedagem.

A usina de Belo Monte.

O por do sol na estrada é sempre lindo, seguem alguns registros.


Alguns trechos são de asfalto, como este.

Às 18h30min estávamos adentrando a cidade. Seguimos direto para o primeiro hotel da minha lista de selecionados, o Amazon Xingu Hotel, e de pronto aceitaram o Pingo, inclusive a gentil recepcionista escolheu um quarto grande para que ele ficasse bem alojado. O hotel era excelente, o quarto maravilhoso, mas, como não tinha estacionamento para o carro, o Luiz preferiu procurar outro. Resolvi ligar de lá mesmo para o próximo da minha seleção.  Detalhe, nessa cidade eu não tinha nenhum hotel indicado como Petfriends.  Liguei para o Hotel Topázzio e de pronto aceitaram o Pingo e tinha estacionamento, fomos para lá. Só demoramos um pouco para encontrar pq o endereço indicado pelo Google maps não está certo.

Após um delicioso banho, fomos para um restaurante que vi enquanto procurávamos o endereço do hotel e achei simpático na aparência e no nome, Fundo de Quintal. Acertei na mosca, comemos um filé de tucunaré grelhada com alcaparras. Gente, o filé tinha dois dedos de espessura e estava espetacular, foi a  melhor refeição até esse momento da viagem. Ficou perfeito pois ainda tinha uma agradável música e o Pingo pode entrar e ficar conosco.

 Achei super legal o abjurar de garrafas.
 Pingo e nós, curtindo uma excelente música mpb. 
 A melhor comida até agora na viagem, Tucunaré grelhado com  alcaparras.
A entrada do restaurante Fundo de Quintal, excelente adoramos a acolhida que o Pingo teve.

Nesse dia passamos pelas cidades de Novo Repartimento, Pacajás, Anapu e Altamira.

DISTÂNCIA PERCORRIDA NO DIA 475 km em estrada de chão.

terça-feira, 21 de julho de 2015

3º Dia (20/07 - Tocantinópolis - Marabá

Como disse  ficamos no hotel Darcy.
Seguem foto do hotel.


A noite que se passou acho que foi um preparativo para o que vamos encontrar na transamazônica, pois o hotel realmente tinha precárias condições, passamos a noite sentindo cheiro de esgoto vindo do banheiro, acordei várias vezes. Também não tive coragem de usar toalhas, lençóis e travesseiros do hotel, viva meu kit sobrevivência. .. Mas, por outro lado, o colchão era bom e o silêncio imperou a noite toda.

Acordei cedo e fui caminhar com o Pingo para ele fazer suas necessidades básicas, pois ele só faz em ambiente externo, e também p ele esticar as perninhas.  Ah! Ele adorou. Demos uma boa caminhada pela cidade, fomos até a orla fluvial.




 Voltamos p o hotel. Acordei meu amado, que dormia profundamente e fui tomar café.  Café,  é ...quase era só isso que tinha mesmo, café,  leite, bananada,  bolacha água e sal e pão e mais nada. Viva o lanche da Anita, bolo de goma, booom! 

Como nossa previsão era dormir em Marabá, que fica a 260km de Tocantinópolis,  decidimos aproveitar o dia e a região para tomar um banho de praia de rio. Colocamos roupa de banho,  deixamos as coisas no hotel e fomos conhecer a praia do Nilson. Olha minha bolsa de viagem com kit banho de rio e cachoeira já sendo utilizada...

A pedida foi excelente, o local é maravilhoso, limpo, água transparente,  banho delicioso e linda paisagem. Pingo adoooorooou, correu, nadou, cavou a areia ... A praia do Nilson fica à 6km do Hotel Darcy.

Acho que também foi um treino para o que vem pela frente, muita paisagem bonita e muito banho de rio.











10h estávamos saindo do hotel, abastecemos e seguimos viagem. Na saída,  como me distrai e não olhei minhas anotações,  tivemos um pequeno erro de 6km, pois era para pegarmos a TO 210 até Nazaré e de lá pegar a BR 230 (transamazônica), ainda bem q logo percebi e retornamos para corrigir o erro.

Enfim, acabou que também não foi o percurso previsto que fizemos pq o trecho era de estrada de chão e tinha uma estrada nova, com asfalto, pegando a BR 230 antes de Nazaré. 

As 11:18 passamos por Luzinópolis e ao meio dia passávamos pela ponte que faz divisa entre os estados de Tocantins e Pará, onde também iniciou o trecho de estrada de chão de 11km.

Paramos para almoçar em São Domingos, faltando pouco mais de 40km p Marabá, achamos melhor chegar almoçado p curtir mais a cidade. 

Segue foto do restaurante.



Chegamos em Marabá as 14:23h e fomos direto para o Itacaiunas Hotel, que nas pesquisas que fiz havia respondido que aceitava cachorro.
Adoramos o hotel, até agora foi o melhor em tudo, nota 10, inclusive pela receptividade ao Pingo. Tomamos um banho e saímos,  fomos até a loja do amigo Hudson, a Chics lazer, mas infelizmente ele não estava, ligamos para o celular dele e também não conseguimos contato. O contato com o amigo Alexandre (Bilau) fizemos assim q chegamos e combinamos de nos encontrar a noite.

Fomos então curtir a cidade, andar pelo centro, tomar açai na tigela e guaraná no Ponto do Guaraná e andar pela orla fluvial até o sol se por e nos presentear com o espetáculo da natureza.




Descansamos no hotel até o Alexandre nos ligar para nos encontrarmos. Foi maravilhoso rever nossos amigos Soraya, Alexandre e a filha Lara,  havíamos os conhecido em 2000,  por meio do nosso amigo Júlio César.  Ficamos hospedados na casa deles e fomos com eles pescar na ilha deles. Passamos poucas mas preciosas horas com eles. E assim concluímos nosso dia.







E olha aí o nome do bar que encontramos...

Estas foram as fotos de hoje, amanhã posto as fotos do encontro com os amigos Alexandre, Soraya e Lara, pois a maquina está carregando e não deu para fazer a transferência dos arquivos hoje.

DISTÂNCIA PERCORRIDA NO DIA 260km.

Amanhã tem mais história,  continuem conosco nessa viagem.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

2º Dia (19/07 - Dom)  trecho: Teresina - Porto Franco

A dormida no Lord Hotel foi maravilhosa.
Acordamos sem pressa e fomos tomar nosso café da manhã.  Ih! Pingo ficou no quarto pq no restaurante ele não podia ir, ficou comportadamente esperando por nós.

8h30min Saímos e fomos abastecer o carro para então partir. Consumo do carro esta excelente, 11km por litro de diesel. Seguimos, para Caxias e em Baú pegamos um trecho de 23km de estrada de chão. Piçarra boa, estrada sem movimento e sol iluminando nosso dia.
10h30min paramos na estrada para lanchar. Hum! Quando abrimos a vasilha que a Anita deu vimos q além de bolo de goma havia bolinho de goma e vários pedaços deslumbrantes bolo de chocolate. Gente! Anita conseguiu se superar, tudo delicioso.

12h30min paramos em Porto Franco para almoçar,  era um self service num posto na estrada. Pingo ia ficar no carro, mas a mulher do restaurante convidou ele para entrar e ficar conosco. Fiquei muito feliz.
Seguindo e no trecho Barra do Corda - Grajaú passamos pela reserva indígena, até agora o unico percurso ruim, asfalto muito esburacado. Lembramos da nossa viagem em 1997, que passamos p esse trecho e ainda era estrada de chão. Naquela época nos disseram que era muito perigoso passar pela reserva, mesmo assim passamos e nada aconteceu. Hoje o perigo maior é a péssima condição da estrada.

Chegamos em Porto Franco ainda com o sol alto. Nossa previsão era dormir nessa cidade. Mas, como o sol ainda havia luz do dia, decidimos ir para Tocantinópolis, atravessando o rio Tocantins de balsa e aproveitando o por do sol que deixa a paisagem mais deslumbrante. Em Tocantinópolis há poucos hotéis, todos com precárias acomodações. Contudo, encontramos um que tinha vaga, o Hotel Darcy, e nos recebeu com o nosso querido Pingo. A estrutura de restaurantes e lanchonetes também é precária









nessa cidade, mas encontramos um lugar para tomar um maravilhoso açai e o Luiz optou por comer espetinho de carne tudo estava delicioso. E assim finalizamos nosso dia.

DISTÂNCIA PERCORRIDA NO DIA 588km.

Passamos pelas cidades de: Pres. Dutra, Barra do Corda, Grajaú, Porto Franco e Tocantinopólis

domingo, 19 de julho de 2015







1º Dia (18/julho - sab)  Saindo de Fortaleza com destino ao Peru - trecho Fortaleza TERESINA

Iniciamos hoje a realização de um dos nossos sonhos, viajar de carro de Fortaleza para o Peru, passando pela transamazônica e atravessando a fronteira em Assis Brasil - Acre. Essa viagem tinha sido prevista no ano passado, mas as circunstâncias da vida fizeram com que ela fosse adiada..

Fizemos um planejamento do nosso roteiro,  identificando o caminho, os hotéis, especificamente os Petfriends (que aceitam cachorro), pois decidimos levar nosso  mascote; identificamos também locais para visitarmos e as cidades que desejamos conhecer.
Para os que nos conhecem, sabem que nossa paixão é conhecer de perto esse grande Brasil de carro, viajar pelas estradas é nosso hooby preferido.
A nossa bagagem também passou pelo planejamento, pois precisaremos de roupa para calor,  roupa pra tomar banho de cachoeira e roupa de frio para o trecho do Peru. Organizar a bagagem foi uma operação demorada, pois decidimos, para o trecho do Brasil, fazer bolsas pequenas com roupas para 4 dias. Assim, montamos 4 bolsas de roupas, cada uma com kit p 4 dias para os dois, uma com o kit sono, uma para os calçados, a do kit emergência, caso tenhamos q dormir em local onde não haja hotel e, finalmente, a bagagem do Peru,  que decidimos fazer duas malas médias com toda roupa de frio para 10 dias.

Dividimos as tarefas, fiquei com essa parte que relatei no parágrafo anterior e Luiz ficou com a parte de preparar o carro (uma Hilux SW4), trocando os pneus para enfrentar lama, subindo 3 cm para receber os pneus mais altos, trocando os aros para aro de ferro e toda logística necessária para ficar fora da empresa dele por um mês. Também ficou com a parte de preparar o Pingo para atravessar a fronteira, visita a veterinária para ver se ele estava bem e para pegar o CZI - Certificado de Zoonose Internacional.

Finalmente chegou o dia da partida. Nosso amigo/funcionário Nobre veio nos ajudar a carregar o carro e receber as orientações para cuidar da casa e empresa enquanto estivermos viajando.
As 8:40h saímos de Fortaleza, com destino de pernoite em Teresina (PI), fomos até até São Gonçalo do Amarante pela CE 085, subimos e pegamos a BR 222.

Paramos as 10:15 e Croata para comer o espetacular pastel. Hum! Delícia de lanche.

O dia há está ensolarado e a estrada está ótima, pouco trânsito e asfalto bom.

Subimos a serra de Tianguá, muito caminhão,  o que deixou o trânsito quase parado. Paramos as 14h em Tianguá para almoçar, no restaurante Estilo, comida simples, mas deliciosa. Seguimos...

Chegamos em Teresina as 18:12, fomos direto para o Lord Hotel, tomamos um banho e depois para  D'Goes pizzaria, de propriedade do irmão do Luiz, lá jantamos um delicioso camarão ao molho e matamos as saudades de família e amigos. Foi maravilhoso, só esquecemos de tirar fotos para registrar o momento. Na saída a Anita, nos presenteou com uma vasilha com lanche para nossa viagem, feitos por ela.

Anita é tia da Cleide, cunhada do Luiz. Anita e Luiz são amigos há anos e ela sempre manda bolo de goma para o Luiz é só saber que Luiz esta em Teresina ou que alguém vai para Fortaleza que ela faz o bolo para o Luiz.

Hum! Amanhã teremos bolo de goma para o lanche. Qual amável Anita sempre é.

Nesse trecho da viagem passamos, dentre outras, pelas cidades de Itapajé, Forquilha, Tianguá, Piripiri, Campo Maior e Teresina.

DISTÂNCIA PERCORRIDA NO DIA 585km.

domingo, 5 de julho de 2015

05/07/15 - Ontem finalizamos o roteiro, faltava definir o trecho do Peru. Agora temos um caminho pré definido. Não vamos publicar, o legal será a expectativa. Só adianto que não iremos a Machu  Pichu, pois já estivemos lá anteriormente. Mas, vamos passar por lugares maravilhosos, temos certeza que todos vão amar.

Hoje estou iniciando a arrumação da bagagem. Terá a parte de frio para o Peru, a parte do calor para o Piauí e a parte de lama para a transamazonica.  Ainda bem que a SW4  tem um enorme bagageiro.
Ainda tenho que comprar uma roupa de frio para o Pingo.
A foto aqui pública da está sendo um teste, pois nas viagens anteriores o blog foi escrito após a viagem e nessa quero publicar durante a viagem.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Viagem Julho/2015 - Fortaleza(CE) a Cusco (Peru), via transamazônica - 5302 Km

Faltam 15 dias

Nossos preparativos continuam em andamento.

Pingo já está ansioso para partir para essa aventura. A veterinária já autorizou a viagem, em breve vamos providenciar a CVI - Certificado de Viagem Internacional no Ministério da Agricultura. Para os que desejam informações segue o link
http://www.agricultura.gov.br/animal/animais-de-companhia/transporte-internacional

O roteiro já está quase finalizado, já cataloguei vários hotéis. Luiz já realizou todos os procedimentos necessários para que o carro (SW4 - Placa OHY-7580).

Cada dia que passa parece que não vai dar tempo de organizar tudo, mas se tudo der certo, sairemos com tudo certinho.

Vamos lá, vai ser uma super aventura.

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